Nada vai me fazer levantar.
Deste lugar que afundo a cada segundo passado,
centímetro por centímetro tirando mais e mais do que fui-sou-serei.
Eu, por ser como sou, deixo-me afundar.
Olhando cada centímetro a menos que me resta com mais dor e menos força.
Pareceu-me (naquele instante as grades começaram a abrir-se, ouvia-se a voz de comando do oficial de plantão) que de certa maneira aquila era um fim, não sabia bem de que, porque afinal eu continuava vivendo, trabalhando na bolsa e vendo de vez em quando, Josiane, Albert e Kiki,…